Voltando das já saudosas férias, passei por dois aeroportos. Alguns vôos atrasados, outros dois cancelados, mas saguões, corredores, poltronas, tudo propagando calmaria. Não havia gritos, nervosismo excessivo, palavras insanas, nada do habitual estado de ânimo visto por nós, espectadores, diariamente na telinha. Fica a questão: o quanto somos fantoches da mídia?
Um comentário:
Boa pergunta.
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